terça-feira, 1 de março de 2011

Vida matemática


Vértice, como concordou ser chamado nessa pequena história, era um garoto tão esperto quanto magro, e pode-se dizer auto-didata em matérias como Física e Conversação (em português, com curitibanos).

Uns anos atrás, ficou ele diante de mais um impasse na aula de Português. Um nevoeiro de incertezas e mistérios que envolvem as ciências humanas impedia-o de alcançar uma solução para o problema. Sempre preferiu a objetividade das exatas.

- Vértice, o que você vai fazer? - perguntou o prof. Pendor, sorrindo.

O aluno ergue as mãos, como quem não sabe.

- Tem que pensar, Vértice. Que bom se essas questões dessem para ser resolvidas pela Matemática.

A turma riu, enquanto Vértice se mexia pouco confortável, inconformado com as inexatidões da vida. Hoje, ele descobriu e lê um livro sobre como a Matemática explica a vida.