terça-feira, 26 de julho de 2011

A pequena Bolha


Maria Querida, a Bolha, distribuía palavras na proporção inversa de sua altura. Devia calçar 33, e era médica especialista em pés. Mas as cabeças não lhe passavam despercebidas. Não perdoou nem um velho amigo ao reencontrá-lo:

- O Tom ´tá com os para-lamas mais brancos, brincou, observando-o na ponta dos pés.

- E com um problema de telhado..., ele completou, conformado.

2 comentários:

  1. Engraçado... da primeira vez que li este conto não tinha entendido direito. '^^ Como o tempo faz diferença pra nossa percepção. (E como a mente fica mais descansada durante as férias também...)

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  2. Verdade, Ci! Tempo e descanso fazem diferença... Mas só vou poder saber o que é isso novamente em dezembro =/

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